Uma reflexão.

 

 Não espere que chova  para notar que o mundo é imperfeito, e não é uniformizado como nas filas de uma entrada de banco. Alias, até na fila do banco existe aquele indivíduos que chega do nada e emburaca na frente dos outros.  E nem uma cadeira de 3 pernas, mesmo imperfeita, vai ter alguém que venha tentar se repousar sobre ela. 

Confiança? esperança? Eu não sei ao certo. Talvez no fundo, as "pessoas" apenas queiram provar que são invencíveis e superiores perante a  natureza. Dai saem construindo perto da beira dos rios, desmatando e queimando as árvores. Depois,  as casas se elevam em apartamentos e as ruas e tornam mais visíveis.  No final, fica aquele barulho gritante do som de carros e motos, com um calor sem igual. Por outro lado os animais "invadem" as casas das pessoas e se alojam nas zonas urbanas.

Quem invadiu o espaço de quem? Foi o homem ou o animal?

Essa pergunta deixa para a reflexão do leitor. Não obstante, creio já ter respondido a questão no paragrafo acima. No mais, basta olhar para além da janela para notar que tudo seria tão diferente se os indivíduos acreditassem que tudo que é solido se desmancha no ar.  O clima munda, as pessoas são distintas entre si. Assim como o imaginário social sobre o amor vai sendo moldado ao longo do tempo, sofrendo mudanças de concepção na cabeça de cada ser.  Essa distinção é que causa os embates entre os membros dos grupos sociais. Apenas ressaltando o que falei antes: o mundo é imperfeito, junto com as pessoas e as coisas materiais.


(- Esse breve reflexão, como muitas outras, aponta para o multiplicidade do pensamento e a vida.  O fato de ter colocado aqui, destaca  o quanto múltipla é a representação de um simbólo, seja ela qual for. Não é possível afirma que exista apenas uma visão de mudo para as praticas culturais e atividades do próprio cotidiano. Cada cabeça um mundo, e assim por diante)

* Deza - Jully   Publicado no dia 4 de junho deste ano


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

MEMORIA E ESQUECIMENTO: REPRESENTAÇÃO CULTURAL DO IDOSO NOS ANOS 80. (1980- 1985)

Recorte do Diário de Pernambuco, Jornal do comercio e correio da manhã- 1980-1985